O mercado mudou: por que o registro de marca se tornou crítico em 2026
- Aprove Registro de Marcas
- 5 de jan.
- 2 min de leitura
O ambiente digital ampiou a visibilidade, mas também os riscos.
Redes sociais, Google, Facebook, sites, e outros meios utilizados atualmente para alavancar um negócio são, definitivamente, extremamente úteis. É inegável que a tecnologia tem sido uma grande aliada para fazer pequenos negócios ganharem notoriedade e serem vistos por um número cada vez maior de pessoas.
Pequenos empreendimentos que antes só seriam notados por um limitado grupo, agora podem ser vistos por pessoas de todos os lugares. Esses clientes em potencial têm acesso à reputação da empresa, avaliação de outros clientes, popularidade da marca e até mesmo podem ter uma noção da qualidade do produto ou serviço. E tudo isso sem precisar sair de casa.
Uma recente pesquisa realizada em 2025 pela Flint, em parceria com a agência de marketing digital Galaxies revela que 77% dos profissionais brasileiros já estão inseridos nas redes sociais para posicionar seus serviços e produtos.
Isso significa que as mais variadas atividades, sejam elas de vendas, saúde, advocacia, beleza, criação, alimentação e muitas outras já marcam presença no seu celular quando você acessa suas contas no Facebook ou Instagram, por exemplo.
Assim os dois lados são favorecidos: é bom para o cliente, e ótimo para o empresário.

Mas até onde isso é bom?
Uma divulgação em larga escala não só beneficia uma empresa, mas também pode deixá-la vulnerável se aquela marca divulgada não estiver registrada.
Sem registro, ter um perfil da marca no Instagram não é estratégia, é um risco. Mais pessoas terão acesso e maior será o risco de alguém copiar o nome e/ou o logotipo da marca, captar indevidamente a sua clientela e registrar a marca tomando-a para si.
Há 10 ou 15 anos, o cenário era outro. O registro da marca era sim necessário e urgente. Porém, hoje essa urgência é infinitamente maior. A ampla divulgação nos meios digitais potencializa a emergência da proteção da marca. Afinal, o marketing digital é um instrumento indispensável para posicionar uma marca no mercado nos dias de hoje.
Contudo, sem proteção, essa divulgação pode surtir o efeito contrário, gerando vulnerabilidade e até mesmo a perda da marca, e isso gera um prejuízo consideravelmente alto, independentemente do porte do negócio.
Hoje, em 2026, o empreendedor ou empreendedora se vê com três opções: divulgar a marca e não registrar, correndo o risco de perdê-la. Pode também registrar a marca, mas não se posicionar nas redes, garantindo a proteção, mas limitando seu alcance. Ou pode optar por registrar a marca, protegendo seu nome, e divulgar tranquilamente nos meios digitais sem o medo da vulnerabilidade.
No Brasil, o registro de marca é feito somente através do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o INPI, e o registro vale por 10 anos, podendo ser renovado pelo tempo em que a marca existir, de 10 em 10 anos.




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